Dentro ou fora de casa?
As begónias de flor rosa pertencem a três grupos, e a diferença nota-se na etiqueta:
- A begónia sempre-em-flor tem raízes fibrosas e floresce durante o verão até à geada. Vai para canteiros, floreiras e taças.
- A tuberosa tem flores grandes, muitas vezes dobradas como rosas, e um tubérculo que podes guardar no inverno.
- A elatior (Begonia × hiemalis) vende-se já em flor como planta de interior e existe também em vermelho, amarelo, laranja e branco.
A elatior à janela
Precisa de luz, sem sol direto, e dá-se bem numa janela a nascente, a poente ou a norte. Não gosta de frio nem de correntes de ar; no inverno afasta-a do vidro gelado. A terra deve estar sempre ligeiramente húmida, e a água que sobra no prato deita-se fora. Uma begónia cor-de-rosa em vaso é uma ideia simpática para o Dia da Mãe, no primeiro domingo de maio.
E a rex?
Pertence ao mesmo género, mas cultiva-se pelas manchas prateadas, roxas e verdes das folhas. As flores são pequenas e escondem-se. Algumas cultivares têm um brilho rosado na folhagem, mas flores rosa a sério encontras sobretudo nas elatior e nas sempre-em-flor.
Combinar e proteger os animais
As rosa sempre-em-flor florescem de forma regular e servem para bordaduras longas e cantos sombrios. Ficam bem com flores brancas e violeta e com folhagem acinzentada.
Todas as begónias contêm oxalatos de cálcio, sobretudo nas raízes e no tubérculo, e a ASPCA considera-as tóxicas para cães, gatos e cavalos. Não ponhas os vasos onde os animais chegam.