A planta por trás do cravo
O craveiro (Dianthus caryophyllus) pertence às Caryophyllaceae e é o cravo de corte mais comum. O género Dianthus reúne cerca de 300 espécies, entre elas o cravo-de-poeta (Dianthus barbatus), de pequenas flores em ramalhete, e a cravina. As pétalas têm a margem recortada, as folhas são estreitas e acinzentadas e o caule tem nós bem marcados.
O aroma, suave e ligeiramente picante, varia muito entre variedades.
Um cravo para cada ocasião
Em Portugal, o cravo vermelho é o símbolo da Revolução de 25 de Abril de 1974, mas a flor também aparece em cores mistas, em casamentos, em jardineiras de varanda e em arranjos de aniversário. O cravo clássico, em cores variadas, é a escolha prática quando queres um ramo duradouro e sem cerimónias.
Mais tempo na jarra
- Corta uns centímetros do caule na diagonal, logo acima de um nó.
- Muda a água a cada dois ou três dias e tira as folhas que ficariam submersas.
- Mantém a jarra longe da fruta madura, porque o etileno que ela liberta faz os cravos murchar mais depressa.
Em boas condições, um cravo de corte aguenta cerca de duas semanas.
Cravos e animais
A ASPCA indica que o cravo (Dianthus caryophyllus) é tóxico para cães, gatos e cavalos, mas com efeitos leves: algum incómodo gastrointestinal e, por vezes, dermatite. Um ramo na mesa de centro não costuma ser grave, mas convém tirá-lo do alcance de um gato curioso. Se algo correr mal, o veterinário é a quem deves recorrer.