Sempervivum rosa

Sempervivum em tons de rosa: rosetas carnudas e compactas, de cuidado mínimo. Um presente vivo que dura muito mais do que um ramo de flores.

Sempervivum rosa: rosetas perfeitas que duram

O sempervivum rosa é uma suculenta da família das crassuláceas, originária das montanhas da Europa, onde cresce entre rochas e, tradicionalmente, nos telhados das casas antigas — daí o nome popular erva-dos-telhados. As suas folhas carnudas dispõem-se em rosetas simétricas, quase geométricas, com pontas e margens tingidas de rosa e vermelho-vinho.

Essa tonalidade rosada não é um capricho: intensifica-se com muito sol e com as noites frescas do outono e do inverno, pelo que a planta muda subtilmente de cor ao longo do ano.

Cada roseta produz à sua volta pequenas rosetas-filhas, o que explica o outro nome por que é conhecida em muitos países, "galinha com pintos". Com o tempo, uma única planta transforma-se num tapete compacto, perfeito em vasos de barro, taças largas, jardins de pedras ou numa simples cómoda junto à janela.

Cuidados mínimos, resultado máximo

O sempervivum é das plantas mais indulgentes que podes ter. Pede sol direto, muito sol, e um substrato bem drenante — terra para cato ou terra de jardim misturada com areia grossa e gravilha. Rega com parcimónia e só quando o substrato estiver completamente seco; no inverno, praticamente não precisa de água.

O erro mais comum é o excesso de rega, que apodrece a base da roseta. Garante sempre furo de drenagem e evita pratos com água parada.

É uma planta rústica e resistente ao frio, que passa o ano inteiro no exterior em qualquer ponto de Portugal, numa varanda, num parapeito ou no jardim. No verão, se o sol for muito intenso e a planta estiver em vaso pequeno, uma rega ocasional ao fim da tarde é suficiente.

Um presente vivo, para muito tempo

Ao contrário de um ramo cortado, o sempervivum rosa não se mede em dias de duração: com os cuidados certos, acompanha quem o recebe durante anos e multiplica-se sozinho. A roseta principal floresce uma única vez, no verão, erguendo uma haste com pequenas flores estreladas em tons rosados; depois seca, deixando no seu lugar as rosetas-filhas que continuam a planta.

É um presente acertado para quem está a mudar de casa, para quem viaja muito, para quem diz que não tem jeito para plantas e também para colegas e amigos amantes de suculentas. Oferece-o sozinho num vaso bonito ou combinado com outras suculentas numa composição — discreto, elegante e de uma durabilidade difícil de igualar.

Dados rápidos: Sempervivum rosa

Cor
rosa
Nome latino
Sempervivum
Tipo
perene de jardim
Floração
julho-agosto
Luz
sol
Água
pouca
Altura
5-20 cm
Aroma
nenhum
Tóxico para animais
não
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Entrega em todo o país • Escolha popular

Perguntas frequentes sobre Sempervivum rosa

Que tipo de solo é melhor para os sempervivos?
Os sempervivos dão-se bem em solo muito bem drenado, arenoso ou pedregoso. Evita a argila e os solos que ficam húmidos, porque provocam podridão. Uma mistura de terra de jardim, areia e gravilha funciona muito bem, e também crescem em telhados, muros e vasos.
Com que frequência se devem regar os sempervivos?
Os sempervivos precisam de muito pouca água e toleram longos períodos de seca. Rega apenas quando a terra estiver completamente seca, o que em vaso pode ser de uma em uma ou de duas em duas semanas no verão. No inverno devem ficar quase completamente secos.
Os sempervivos precisam de poda?
Os sempervivos não precisam de poda regular. Cada roseta morre depois de florir, por isso retira a roseta morta e a haste floral, e os rebentos à volta preenchem o espaço. Os rebentos também podem ser separados e replantados para multiplicar a planta.
Que pragas e doenças podem afetar os sempervivos?
Os sempervivos são muito resistentes a pragas e doenças. O problema mais comum é a podridão causada por excesso de humidade. As larvas do gorgulho-da-videira podem por vezes estragar as raízes das plantas em vaso.
Os sempervivos são resistentes ao frio?
Sim, os sempervivos são totalmente resistentes e aguentam invernos frios ao ar livre sem proteção. A humidade no inverno é um perigo maior do que a geada, por isso os vasos devem ficar num local onde a chuva não os encharque.

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