Um nome, vários géneros
Aster vem do grego e significa estrela, e é o nome que se dá atualmente a plantas de géneros diferentes. Depois de uma reclassificação botânica, ficaram no género Aster sobretudo as espécies da Eurásia, como o Aster amellus. Os ásteres de outono vindos da América do Norte passaram para o género Symphyotrichum.
Já o malmequer-da-china, Callistephus chinensis, é uma planta anual originária da China com género próprio, e é o "áster" que mais aparece nos ramos de corte.
Os ásteres de outono
O Symphyotrichum novi-belgii cresce entre 60 e 120 centímetros e floresce de agosto a outubro, na maior parte das vezes em azul-violeta. Há bem mais de mil variedades com nome. O Symphyotrichum novae-angliae é mais alto e continua muitas vezes em flor até novembro. São daquelas flores que dão cor ao jardim quando o verão acaba.
Para plantas saudáveis
- Escolhe um sítio soalheiro e arejado: à sombra, ou com plantas muito juntas, as folhas ficam húmidas e surge o oídio, um risco maior no Minho e no litoral Norte.
- O solo ideal é fresco, rico e não ácido; no Alentejo convém rega regular no verão.
- Os tufos velhos ficam densos. Na primavera, divide-os e replanta os pedaços jovens do exterior.
- Corta os caules secos no fim do outono ou deixa-os até à primavera como abrigo para insetos.
Ramos e animais
Para ramos usam-se sobretudo ásteres de flor pequena e o malmequer-da-china, que duram cerca de uma semana se retirares as folhas que ficariam dentro de água. A ASPCA indica como não tóxico para cães, gatos e cavalos apenas o Callistephus chinensis; para os outros ásteres não há avaliação, por isso, se o teu gato mordisca flores, deixa o ramo fora do alcance.