A íris do ramo
Uma íris branca de florista é, regra geral, uma íris-holandesa. Esta planta de bolbo resultou de cruzamentos iniciados em 1891 com a íris-espanhola, entre outras. A vantagem é que os bolbos se forçam em estufa, por isso a flor chega cedo. A planta tem cerca de sessenta centímetros e quase não tem perfume.
Além do branco há azul, violeta, amarelo e bronze; no jardim abre em maio e junho.
Três para cima, três para baixo
A estrutura da íris reconhece-se logo: três pétalas direitas e três curvadas para fora. Numa flor branca esta forma vê-se melhor, porque nenhuma cor forte distrai. Muitas vezes há uma mancha amarela nas pétalas descaídas, e é esse pormenor que lhe dá graça. Poucos caules e um pouco de verde bastam.
Onde fica bem
- num ramo de primavera com tulipas, narcisos e gipsófila;
- em casamentos, primeiras comunhões e batizados, como forma esguia entre flores redondas;
- em arranjos fúnebres, com rosas ou lírios brancos, porque o branco simboliza tradicionalmente respeito e serenidade;
- para quem não gosta de perfumes fortes.
Mantê-la fresca
A íris branca aguenta-se melhor em água fresca e longe do sol. Muda a água e corta um pouco os caules de poucos em poucos dias. Escolhe caules com o botão ainda fechado, mas já branco: as flores totalmente abertas duram pouco.
Para os animais
A ASPCA classifica a íris como tóxica para cães, gatos e cavalos, sobretudo no rizoma. Um jarro com íris deve ficar fora do alcance dos animais. Se uma pessoa tiver ingerido partes da planta, contacta o CIAV ou o 112.