Calas rosa: de onde vêm
As calas cor-de-rosa descendem de espécies como a Zantedeschia rehmannii, de espata rosada, e de cruzamentos com outras do mesmo género. São plantas de menor porte do que a cala branca, o que as torna práticas em vasos e jardineiras. Existem em rosa-pálido, em rosa-forte e em tons quase arroxeados.
Se comprares a planta em vaso, escolhe uma com botões e folhas firmes, sem manchas amarelas, e coloca-a numa janela luminosa sem sol direto forte.
Duas plantas diferentes
Ao contrário da cala branca, que vive junto de água, as calas coloridas preferem solo húmido mas bem drenado e passam por um período de repouso depois da floração. Num ano normal, florescem do fim da primavera ao início do verão.
- Planta os tubérculos na primavera, com a ponta para cima.
- Mantém a terra ligeiramente húmida e ao sol ou à meia-sombra.
- Depois da floração, deixa a planta secar aos poucos e reduz a rega.
Combinar com outras cores
A cala rosa liga bem com verde-escuro, com branco e com tons de alperce. Num ramo pequeno, três hastes de alturas diferentes chegam. Fora de água, as espatas murcham depressa, por isso mete as hastes em água logo após o corte.
Atenção
A cala contém oxalato de cálcio. Segundo a ASPCA, a cala é tóxica para cães e gatos, com ardor na boca, salivação, vómitos e dificuldade em engolir. Evita deixar o ramo ao alcance de animais curiosos e, se uma criança mastigar a planta, o CIAV pode aconselhar.