Branco, discreto e duradouro
Os cravos brancos são Dianthus caryophyllus em que a cor foi obtida por seleção. Em muitas culturas, o branco liga-se à pureza e à memória; a pt.wikipedia refere que, a partir de uma tradição norte-americana ligada ao Dia da Mãe, o cravo branco passou a lembrar as mães que já partiram. Em Portugal, o cravo branco aparece sobretudo em casamentos, batizados e arranjos mais sóbrios.
Quem prefere um ramo simples pode escolher só cravos brancos num pequeno jarro de vidro, sem mais nada. Os cravos de corte vendem-se em haste única, com uma flor grande, ou em ramo com várias flores pequenas, e o branco resulta bem nos dois formatos.
Com gipsófila, o conjunto fica leve e arejado; com ruscus, mais formal.
Como combinar
- Com folhagem verde, como eucalipto ou ruscus, o contraste fica fresco e moderno.
- Com cravos cor-de-rosa, o conjunto fica mais romântico.
- Em lapela ou ramo de noiva, o cravo branco aguenta bem o calor de uma festa.
Manter o branco impecável
Como as pétalas brancas mostram qualquer marca, retira as flores que começam a amarelar nos bordos. A água deve ser trocada com regularidade e a jarra limpa, porque a água turva escurece os caules. Mantém as flores longe do sol direto e da fruta madura.
Segurança
O cravo é considerado tóxico pela ASPCA para cães, gatos e cavalos, mas com efeitos leves, como incómodo gástrico e dermatite. Um ramo de cravos brancos não costuma ser perigoso, mas o melhor é mantê-lo fora do alcance de animais que mordem plantas.