A cor da planta selvagem
A boca-de-leão (Antirrhinum majus) cresce naturalmente em fendas de rochas e em muros, no sul de França, nos Pirenéus orientais, no nordeste de Espanha e nas Baleares. Aí floresce em rosa a violeta, com uma mancha amarela no lábio inferior. Uma boca-de-lobo cor-de-rosa não é, portanto, uma forma especialmente refinada, mas a cor com que a espécie começou.
Daí surgiram depois as variedades brancas, amarelas, laranja, vermelhas e bronzeadas.
Como semear
- Semeia em casa oito a dez semanas antes da última geada. As sementes só germinam com luz: não as cubras com terra, no máximo com uma fina camada de vermiculite.
- A 21 a 24 graus germinam em uma ou duas semanas.
- Quando a planta tiver oito a dez centímetros, corta-lhe a ponta: ramifica e dá mais espigas.
- Passa-a para um sítio soalheiro e de terra permeável depois da última geada.
- Procura a ferrugem: pequenas pústulas amarelas nas folhas ou nos caules, que rebentam e libertam esporos castanhos.
Rosa na jarra
Corta a espiga quando um terço a metade das flores estiverem abertas, porque as restantes abrem na água. Tira as flores de baixo quando murcham, para o ramo continuar bonito, e mantém as hastes de pé. A boca-de-leão cor-de-rosa combina com rosas, cravos e gipsófila e dá altura ao ramo. Rosa e branco são uma escolha óbvia para o Dia da Mãe, no primeiro domingo de maio, ou para agradecer uma festa de verão.
Animais
Segundo a ASPCA, a boca-de-leão não é tóxica para cães, gatos e cavalos. Ainda assim, grandes quantidades de qualquer planta podem causar mal-estar no estômago de um animal.