A forma conta tanto como a cor
O rosa existe em muitos grupos de tulipas e o grupo diz muito sobre o aspeto. A base de dados da Royal Horticultural Society refere, por exemplo, «Pink Impression», um híbrido de Darwin de cerca de 55 centímetros com flores ovais em rosa-forte, e «China Pink», de tipo lírio, com pétalas rosa viradas para fora e o interior branco. «Angélique» é uma tulipa tardia dobrada em rosa-pálido, cujas muitas pétalas fazem lembrar uma peónia.
Para que ocasiões
O rosa parece mais simpático do que o vermelho e menos formal do que o branco. Tradicionalmente associa-se ao carinho e à ternura, e por isso dá-se no Dia da Mãe, em aniversários ou como agradecimento a uma amiga. A forma dobrada é uma boa substituta das peónias, que só florescem mais tarde.
Combinações
- Na jarra, juntam-se bem com ranúnculos, gipsófila e folhagem verde-clara.
- No jardim, formam um par clássico de primavera com jacintos-uva ou não-me-esqueças.
- O branco suaviza o ramo e o violeta aprofunda o tom.
Cuidados rápidos
As tulipas crescem depois de cortadas, por isso a jarra deve ter espaço e água fria renovada diariamente. Tira as folhas que fiquem debaixo de água e roda a jarra, para os caules não se inclinarem todos para a janela. Duram entre cinco e sete dias.
Quem plantar bolbos deve pô-los no outono, a dez ou quinze centímetros de fundura. A ASPCA indica as tulipas como tóxicas para cães, gatos e cavalos, sobretudo no bolbo.