Dos Balcãs aos jardins
O lilás, Syringa vulgaris, pertence à família das Oleáceas, a mesma da oliveira, e é nativo das encostas calcárias e rochosas da Península Balcânica. Chegou à Europa Ocidental no século XVI, vindo de Constantinopla, e tornou-se um clássico de jardins e de perfumaria. Cresce como arbusto ou pequena árvore de três a sete metros, com folhas em forma de coração e cachos cónicos de flores muito perfumadas.
A cor mais conhecida é a do próprio lilás, um roxo suave, mas há variedades azuladas, rosa, brancas, magenta e amarelo-creme.
Precisa de frio
Segundo a Wikipédia, o lilás precisa de um período de frio no inverno para florir bem. Por isso se sente melhor no norte e nas terras altas do interior do que em zonas de inverno muito ameno. Gosta de sol pleno e de terra neutra ou ligeiramente calcária, rica em matéria orgânica e bem drenada.
Poda e cuidados
- Poda logo depois da floração, e não no fim do verão, para não cortares os botões do ano seguinte.
- Tira os cachos secos.
- Nos primeiros anos, rega com regularidade; depois, só em secas prolongadas.
Animais: atenção ao nome
O lilás comum, Syringa vulgaris, não consta da lista de plantas tóxicas da ASPCA. A planta que aparece nessa lista como "Persian lilac" é Melia azedarach, uma árvore diferente, e esta sim é tóxica. Se tens dúvidas sobre uma planta no teu jardim, confirma o nome científico e fala com o veterinário.
Raminhos cortados
As hastes cortadas duram poucos dias. Corta de manhã cedo, retira a maior parte das folhas e põe logo em água fresca.