Uma árvore com história
A magnólia-de-tulipa, Magnolia × soulangeana, resultou no início do século XIX do cruzamento de duas espécies asiáticas feito por Étienne Soulange-Bodin, perto de Paris. As flores, grandes e em taça, são cor-de-rosa a púrpura por fora e mais claras, quase brancas, por dentro. Atualmente é uma das magnólias mais plantadas.
Cresce como arbusto de vários troncos ou como pequena árvore e dá um bom efeito isolada, no meio de um relvado ou num pátio. Na primavera, as flores alimentam abelhas e abelhões.
Flor e frio
Os botões já estão formados desde o ano anterior, por isso uma geada tardia pode estragar a floração. Escolhe um local protegido e acompanha o tempo nas semanas depois da flor. Nas zonas de invernos suaves, as flores podem abrir mais cedo do que no interior.
Crescimento e espaço
- Pode ficar com vários metros de altura e largura: deixa pelo menos três metros livres junto a muros.
- As plantas novas demoram alguns anos a florir em abundância.
- Em tempo seco, rega a fundo, sobretudo no primeiro verão.
Cuidados ao longo do ano
Cobre o solo com composto, mas mantém uns dez centímetros livres à volta do tronco, para a casca não apodrecer. A poda deve limitar-se a ramos secos ou partidos.
Tóxica ou não?
Segundo a ASPCA, a magnólia-estrelada não é tóxica para cães, gatos e cavalos. Para outras espécies do género, confirma antes com o veterinário.