A flor da Revolução
Em Portugal, o cravo vermelho é o símbolo da Revolução dos Cravos, a 25 de Abril de 1974. Por isso, a flor aparece todos os anos nas comemorações do dia da liberdade, em lapelas, varandas e monumentos. Botanicamente, trata-se de Dianthus caryophyllus, o mesmo craveiro das outras cores, aqui num vermelho intenso.
O craveiro é uma planta herbácea que pode chegar a um metro de altura, e as flores têm pétalas com a margem recortada. Além do vermelho, existem cravos brancos, cor-de-rosa e amarelos, mas o tom vermelho continua a ser o mais ligado ao dia da liberdade.
Para além do 25 de Abril
O cravo vermelho tem um aspeto clássico e uma haste forte, o que o torna fácil de combinar. Com folhagem verde, fica elegante sem esforço; com cravos brancos, dá um contraste marcante. É uma escolha prática para quem procura um ramo de cor forte e sem pétalas frágeis.
Cuidados para o conservar
1. Corta o caule na diagonal, logo acima de um nó. 2. Usa água limpa e muda-a a cada dois ou três dias. 3. Afasta a jarra da fruta madura, do sol direto e de fontes de calor.
Com este tratamento, um cravo de corte pode durar cerca de duas semanas, o que o torna uma das flores mais duradouras na jarra.
Para animais e crianças
A ASPCA classifica o cravo como tóxico para cães, gatos e cavalos, com sinais leves: irritação gastrointestinal e dermatite. Mesmo assim, não deixes o ramo onde um cão ou gato o possa mastigar. As crianças devem apenas admirar as flores; em caso de ingestão acidental, o CIAV pode aconselhar.