Vermelho em muitos tons
Nos gladíolos de flor de corte, o vermelho é uma das cores mais fortes, do vermelho-laranja e escarlate ao carmim e a um vinho quase preto. A Universidade do Estado do Mississípi classifica os gladíolos pelo tamanho da flor, desde as miniaturas, com flores de pouco mais de seis centímetros, até aos gigantes, com mais de catorze.
As pétalas podem ser lisas, onduladas ou franzidas. As espécies selvagens são muito mais modestas: as grandes espigas vermelhas são resultado da seleção.
A linha do ramo
O gladíolo é sobretudo linha. O mesmo guia diz que dá estrutura e um movimento vertical forte, enquanto as outras flores por baixo preenchem a forma. Três a cinco hastes vermelhas num jarrão alto de vidro ficam bem mesmo sozinhas, num corredor ou numa mesa de festa. Na linguagem das flores, o vermelho costuma associar-se ao amor e à paixão.
Junta folhagem escura ou dálias cor de laranja.
Para durarem na jarra
- Escolhe hastes em que a flor mais baixa acabou de abrir ou os botões de baixo já mostram cor.
- Corta a haste em diagonal com uma faca afiada e põe-na logo em água limpa.
- Usa um jarrão alto e pesado, para o ramo não tombar.
- Guarda as hastes na vertical: se deitadas, a ponta curva para cima.
- Tira as flores murchas de baixo.
- Não ponhas a jarra ao lado da fruteira, porque os gladíolos reagem ao etileno.
No jardim
Florescem de julho a setembro, se plantares os cormos em abril ou maio; onde há geadas tardias, é melhor esperar mais. Dá-lhes sol e rega nas semanas secas. No outono tira os cormos da terra e guarda-os sem geada. A ASPCA considera o gladíolo tóxico para cães, gatos e cavalos, sobretudo o cormo; os sinais possíveis são salivação, vómitos, apatia e diarreia.