Branco em quase todas as formas
A dália de jardim foi tão trabalhada pelos viveiristas que o branco existe em quase todos os tipos de flor. A Royal Horticultural Society distinguiu com o Award of Garden Merit quatro cultivares brancas: 'White Ballet' e 'Gallery Art Fair' são flores grandes e cheias, 'Le Castel' lembra um nenúfar e 'Ryecroft Jan' forma bolas quase perfeitas.
Para contraste, 'Twyning's After Eight' junta flores simples brancas, de centro amarelo, a folhagem quase negra.
Quando o branco fica bem
Na linguagem das flores, o branco costuma associar-se à pureza e à serenidade, por isso aparece em casamentos e batizados. Mas atenção ao calendário: ao ar livre, a dália só floresce a partir de julho. Não serve para uma primeira comunhão em maio, mas serve bem para uma festa em agosto ou setembro. Uma dália grande numa taça baixa já é uma decoração completa; as pequenas de pompom dão bem com gipsófila.
Cuidados que o branco exige
Numa flor branca, qualquer mancha castanha salta à vista. Por isso:
- tira as cabeças murchas todas as semanas
- escolhe um canto abrigado da chuva, sobretudo no Minho, onde chove muito
- troca a água da jarra de dois em dois dias
- retira com cuidado as pétalas exteriores já moles
Tubérculos e animais
Como as outras dálias, a branca não resiste à geada. Levanta os tubérculos depois da primeira geada e guarda-os sem frio. A ASPCA classifica a dália como tóxica para cães, gatos e cavalos, mas com sintomas ligeiros. Os verdadeiros lírios (Lilium) são muito mais perigosos para os gatos, porque podem causar insuficiência renal.
Em caso de dúvida, liga ao veterinário.