Uma família grande
O rosa nas peónias abrange muito: rosa-pálido, rosa-forte e tons quase salmão. A variedade mais famosa é a 'Sarah Bernhardt', criada em França no início do século XX, de flores grandes, dobradas e rosa-claro. É também das mais usadas como flor de corte, e muitas das peónias que se vêem em jarros na Europa descendem dela ou de variedades parecidas.
Por ser a cor com mais variedades, as peónias rosa aparecem primeiro nos viveiros e nos mercados quando a época começa.
O ponto de corte
O segredo de uma boa duração no jarro está no estado do botão. Corta quando estiver macio ao toque, como um marshmallow, e já mostrar cor. Os botões duros e verdes raramente abrem. Faz um corte em diagonal e retira as folhas que ficariam dentro de água. Em casa quente abrem depressa; num local fresco duram mais.
Perfume e simbolismo
As peónias rosa têm um perfume doce e ligeiramente picante. Na linguagem das flores, o rosa traduz carinho e delicadeza, por isso um ramo assim cai bem no Dia da Mãe ou numa festa de jardim no início do verão. No canteiro, combina com esporas-bravas, salva e alquemila.
Viveiro e jardim
Se compras uma planta num viveiro, escolhe-a com gomos firmes e planta-a no outono em solo fundo e drenado, com sol. No norte húmido, o ar a circular entre as plantas ajuda a evitar o bolor cinzento.
Para quem tem animais
Como todas as peónias, a de flor rosa é tóxica para cães, gatos e cavalos, de acordo com a ASPCA. Apanha as pétalas do chão e põe o ramo onde bichos curiosos não chegam. Fala com o veterinário se houver sinais de mal-estar.