Vermelhos para todos os gostos
Quase todos os grupos de tulipas têm variantes vermelhas. Uma das mais conhecidas é a «Apeldoorn», um híbrido de Darwin com cerca de 55 centímetros, que segundo a Royal Horticultural Society tem flores vermelho-vivo, com o fundo preto debruado a amarelo, e floresce a meio da primavera. Os híbridos de Darwin têm flores grandes em forma de ovo, sobre caules fortes de 50 a 70 centímetros.
Quem prefere um efeito mais cheio pode escolher uma tulipa tardia dobrada.
O que diz o vermelho
Na linguagem das flores, a tulipa vermelha é uma declaração de amor. É por isso uma escolha clássica no Dia dos Namorados, a 14 de fevereiro, e nos aniversários de casamento. Também fica bem no Dia da Mãe, no primeiro domingo de maio, se ainda houver tulipas de corte. O vermelho combina com branco, amarelo, laranja e violeta, mas não existe tulipa verdadeiramente azul: o que se vende como azul é um violeta claro.
Vermelho na jarra
- Corta os caules na diagonal e tira as folhas que ficariam dentro de água.
- Usa água fria, com uns oito a dez centímetros de altura.
- Renova a água de dois em dois dias, no máximo.
- Roda a jarra, porque os caules procuram a luz.
Com estes cuidados, duram entre cinco e sete dias.
No canteiro e em casa
As tulipas de corte que encontras em fevereiro foram forçadas em estufa, por isso aparecem muito antes da floração ao ar livre. Se plantares bolbos, fá-lo no outono e vigia lesmas e pulgões na primavera. Segundo a ASPCA, a tulipa é tóxica para cães, gatos e cavalos, e o bolbo é a parte com mais tulipalina; se houver ingestão, chama o veterinário.