Um nome que engana
A equinácea de nome científico purpurea floresce na natureza em rosa a púrpura, não em vermelho. As variedades realmente vermelhas, laranja e amarelas são cruzamentos com a Echinacea paradoxa, de flor amarela. Daí saíram tons de vermelho-fogo, laranja-avermelhado e terracota. As novidades têm muitas vezes vida mais curta do que a forma selvagem e algumas não sobrevivem a um inverno molhado.
Na hora de escolher, lê a etiqueta: variedades indicadas como robustas precisam de menos suporte. No primeiro inverno, uma camada de folhas secas ou casca de pinheiro protege a raiz. As variedades de flor dobrada parecem mais fartas, mas dão aos insetos menos néctar do que as simples. Quem quer ajudar abelhas e abelhões escolhe as simples e deixa algumas cabeças no pé durante o outono.
Para durarem mais
- Sol e solo drenante: o encharcamento no inverno é a causa mais comum das perdas.
- No outono não cortes muito; faz a poda na primavera.
- Em vaso, protege-as da chuva constante.
- Divide-as na primavera para as multiplicares.
As vermelhas ficam, em geral, mais pequenas e compactas, o que as torna interessantes para vasos grandes e orlas, junto de gramíneas.
Num ramo
Como flor de corte, a equinácea dura cerca de sete a dez dias. Os capítulos vermelhos e alaranjados ficam bem com girassóis, dálias e helénios, num ramo quente de fim de verão.
Nota para quem tem animais
Cães e gatos não correm risco com a planta em si. Não dês, porém, preparados de equinácea aos animais sem o conselho do veterinário.