A planta do véu-de-noiva
Quem pesquisa "véu-de-noiva planta" quer saber que planta é esta: é a Gypsophila paniculata, de nome português gipsófila ou cravo-de-amor. Tem folhas estreitas, hastes muito ramificadas e centenas de flores brancas minúsculas, com cinco pétalas, que lembram uma neblina.
Branco com tudo
O branco é a cor original e a mais usada. Em ramo, junta-se a rosas, a cravos e a flores de verão, e em casamentos serve para um ramo de noiva leve ou para ramos de mesa. Dá um fundo calmo, que deixa as outras cores sobressair.
Cuidados com a planta
- Quer sol e solo seco com calcário; tolera secas depois de instalada.
- Planta onde vai ficar, porque a raiz é profunda e custa a mudar.
- Poda depois da primeira floração para tentar uma segunda.
- Em solos ácidos convém juntar um pouco de calcário agrícola.
Floresce no verão e atinge 60 a 120 cm. Nos pés cortados para ramo, a produção deixa as hastes crescer até ficarem cobertas de botões, e é esse volume que dá o efeito de neblina.
No jardim, o véu-de-noiva funciona bem ao lado de lavanda, de santolina e de outras plantas mediterrânicas de folha fina, que gostam do mesmo solo seco e do mesmo sol.
Cortar e secar
Corta de manhã, quando as flores estão abertas, e deixa-as em água limpa. O cheiro do véu-de-noiva piora se a água não for mudada. Para uso seco, pendura pequenos molhos num lugar escuro e arejado.
Atenção a animais
A ASPCA, na ficha sobre a espécie próxima Gypsophila elegans, diz que não é tóxica, com possível mal-estar digestivo leve. Se um animal comer muito, fala com o veterinário.